carta enviada à redação

maio 12, 2012

Esse é o momento. Eu sei que nao crês; bem como. Bem como? Pangeismo:

 

Bem, como eu diria: não me importa. Mas esse é o momento (eu imagino um minuano oeste-leste jogando meu cabelo para o lado enquanto digito, descamisado (essa parte é verdade! tirei a camisa! que nem gaúcho!) em que devemos usufruir do que ocorre e fazer resultado daquilo que sempre sonhamos: em suma, o pangeísmo existe, cara! Óbvio, como sempre. Ou anteriormente. Mas é que antes a terra tava toda junta, era até BARBADA, né! Daí veio o Rafa e, querendo ironizar – e ao mesmo tempo radicalizar – vamos juntar tudo?! E fizemos isso: os metaleiros tocaram baixos extras nas bandas dos punks que eram descendentes de Tolstoi e de um maestro erudito e no final, bem, nem vamos falar no final. Que nunca houve, por sinal. O importante é: o Pangeísmo, como movimento, surgiu, existiu, formou-se e até hoje infuencia o mundo. Agora temos a internet. E através da internet, todos nos comunicamos.

 

Bem. Era isso, galera. SE LIGUEM: internet + comunicAÇÃO

NÃo divaguem. Pensem.

O pangeismo acaba

no momento

em que a gravidade

da tua alma

é maior

do que a força de repulsão

da tua revolta.

deriva continental e seu efeito no nosso dia-a-dia

abril 12, 2010

As placas tectônicas já estão fazendo sua parte. E você?

Pra quem duvidou do Pangeismo, relembro: estamos trabalhando nisso.

Abaixo, um homem pensando em participar do movimento após observar alguns colegas de trabalho que não acreditavam na reunificação da Pangéia.

Não queremos usar violência. Pelo contrário, buscamos a paz através da reunificação dos continentes. Por favor, juntem-se a nós. Não queremos apenas abalar as estruturas, queremos mudar o mundo.

Introdução ao Manifesto Pangeísta

dezembro 18, 2009

“É hora de mudar.

Ou, melhor ainda, de retornar e fechar o ciclo.

Já se passaram milhões de anos desde que a deriva continental separou o que teria sido nosso lar em grandes áres de terra sobre-aquática, separando em continentes os ancestrais que evoluíram ao que é conhecido atualmente como a espécie humana. Civilizações surgiram, desenvolveram-se e mesclaram-se; diferentes culturas e idiomas formaram-se e, embora isso tenha sido motivo de divergências, também acrescentou para a diversidade em que nos encontramos hoje, a diversidade que está diretamente ligada à nossa capacidade criativa – essa, responsável pelo distinguível avanço de nossa espécie.

As barreiras criadas pela separação foram sendo quebradas ao longo desse tempo; tecnologia e comunicabilidade permitiram que conhecêssemos e entendêssemos uns aos outros. Em tese, todos os homens e mulheres do planeta Terra estão ligados um ao outro, mas ainda temos uma última barreira a enfrentar: a separação das grandes massas visíveis de terra.

É com esse intuito que convoco todos os participantes dessa espécie que, apesar das dificuldades do passado e do presente, evoluiu tanto como uma sociedade e como parte da biosfera terrestre, a juntarem-se a nós na luta pela reunificação de nosso supercontinente, denominado em seu estado original conhecido de Pangéia.

Acredito que muitos irão contra nós, tentarão impedir-nos à força ou simplesmente desencorajar a luta alegando que nossa causa é impossível. Esses são os conservadores, os covardes; o mesmo tipo que por séculos atravancou o progresso da espécie humana por medo de um novo mundo, medo que os benefícios gerados por esse não fossem do agrado dessa minoria. A Pangéia é para todos: ela é unicidade, proximidade e, mais importante, ela é o caminho que a própria Terra tende a seguir. Tentar impedir isso é lutar contra o inevitável.”

O resto ficou por conta do Mnz que, infelizmente para nós, tem andado ocupado – em andanças pelo mundo, embora essas andanças ainda não estejam ocorrendo no sentido literal.

pangeísmo como necessidade de todos

dezembro 16, 2009

O anti-pangeísmo, ou ainda a mera negação do pangeísmo, tem sido motivo de sofrimento para pessoas do mundo inteiro.

Famílias inteiras são separadas devido à deriva continental, responsável pela subcategorização de espécies que, por não terem se aproximado ao longo de sua evolução, agora não podem reproduzir com seus correspondentes mais próximos e estão quase extintas.

Além disso, mesmo dentro de nossa atual sociedade pessoas tem sido separadas. A cineasta Priscila Lima, ao brincar com isso, estava fazendo um protesto bastante sério quanta a atual situação geográfica separatista de nossos continentes ao esbravar “Pangeísmo ou nado!”.

E não são só as pessoas que escolheram uma viagem transoceânica que sofrem conseqüentemente os efeitos da separação continental. Muitas pessoas são obrigadas a permanecer em um local cujo clima não atende às suas necessidades momentâneas e chegam a falecer ao desenvolver doenças que provavelmente nem chegariam a lhe atingir se tivessem maior facilidade de locomoção entre diferentes regiões climáticas.

É preciso alertar não só autoridades dos países que formaram a futura Pangéia, mas todas as pessoas que desconhecem nossa luta e que podem ajudar a formar o nosso mundo unicontinental.

um breve parênteses

agosto 15, 2009

Ontem encontrei o fundador do Pangeísmo, nosso sacro-protetor. Sim, ele é o originário por trás de tudo, defenderá nossa nova terra desde sua formação à ínfima continuidade dela, e não exige em troca disso qualquer tipo de atributo que o eleve ao carge de uma autoridade máxima. Muito pelo contrário, é dele a idéia de criar subdivisões organizacionais para uma Pangéia que represente, em seu todo, a união de diferentes governos que respeitem seus povos ao mesmo tempo em que se permitam perfeita harmonia e livres direitos transitórios.

status

junho 22, 2009

Missão:

unir os continentes separados pela movimentação das placas tectônicas.

Equipamento:

CPU Genuine Intel
1.60GHz
960MB RAM

Mac Mini G4
1gb RAM

Netbook HD
2gb RAM

Membros:

6 voluntários;
1 ativo,
2 semi-ativos,
2 inativos,
1 em espera.

Junte-se a nós!

União imprescindível

junho 20, 2009

O mundo já busca uma união a nível intelectual há muito tempo. Com a universalização da internet, embora ainda esteja longe de completa, já podemos compartilhar conhecimentos, artes e o puro e simples contato humano com pessoas do mundo inteiro. O livre acesso é nosso meio de relação com outros continentes há um bom tempo, e é imprescindível que essa facilidade de comunicação alcance o nível físico. Houve tempos em que ocorria o contrário; agora, o que nos é possível virtualmente a distância precisa ser conquistado geograficamente, no plano físico de existência.

Muitos já duvidaram até da possibilidade de execução do nosso objetivo. A deriva continental é cíclica, e o reagrupamento dos continentes em um contingente ‘central’ de terra é, em tese, uma questão de tempo. O que buscamos é apenas assegurar que ele aconteça e adiantar esse processo.

É preciso pressionar os governos nacionais para investirem nisso, com certeza, mas também precisamos de um número cada fez maior de pessoas aderindo à causa. Afinal, a terra-como-um-todo é um direito universal, e será nossa terra, mesmo que tenha um governo centralizado e subdividido em ministérios. Estas lideranças serão apenas a representação do bem da população pangeica, semelhante ao modelos de governo utilizados atualmente. Não pretendemos formar uma república democrática, como as que temos baseadas em teorias governacionais que nunca são levadas à prática em suas aplicações, mas sim criar uma nova forma de governo elaborada de acordo com as necessidades e circunstâncias inerentes a um continente mundial único.

Pangeísmo: o que é?

junho 18, 2009

Imagine caminhar de sua casa até a rodoviária e partir para o Nordeste do Brasil em uma série de viagens de ônibus tendo consigo sua mochila com equipamento para acampar e alguns suprimentos básicos.
Imagine que, de lá, você decida continuar sua exploração como mochileiro em outro país. Guiana Francesa? Venezuela? Bem, por que não o Marrocos?
De lá tu poderia seguir até Espanha, França, toda a Europa até Rússia. Conhecer o continente asiático e ir do Japão direto para os Estados Unidos. Depois, basta voltar.

O Pangeísmo propõe isso e muito mais.

Fundado em 1999 por Rafael Jost, nosso movimento luta pela reunificação da Pangeia, o supercontinente separado pela deriva continental. O que foi um passo importante na história do mundo deve ser visto como tal, e deixado para trás: estamos evoluindo. Parte dessa evolução é permitir e exigir que a unidade continental se refaça.

Nossa luta é, em primeira instância, de cunho geopolítico, visto que busca não só o reagrupamento físico dos continentes como a implementação de um governo geral para a Pangeia reunificada.

J.P. Flores, segundo fundador.


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