Esse é o momento. Eu sei que nao crês; bem como. Bem como? Pangeismo:
Bem, como eu diria: não me importa. Mas esse é o momento (eu imagino um minuano oeste-leste jogando meu cabelo para o lado enquanto digito, descamisado (essa parte é verdade! tirei a camisa! que nem gaúcho!) em que devemos usufruir do que ocorre e fazer resultado daquilo que sempre sonhamos: em suma, o pangeísmo existe, cara! Óbvio, como sempre. Ou anteriormente. Mas é que antes a terra tava toda junta, era até BARBADA, né! Daí veio o Rafa e, querendo ironizar – e ao mesmo tempo radicalizar – vamos juntar tudo?! E fizemos isso: os metaleiros tocaram baixos extras nas bandas dos punks que eram descendentes de Tolstoi e de um maestro erudito e no final, bem, nem vamos falar no final. Que nunca houve, por sinal. O importante é: o Pangeísmo, como movimento, surgiu, existiu, formou-se e até hoje infuencia o mundo. Agora temos a internet. E através da internet, todos nos comunicamos.
Bem. Era isso, galera. SE LIGUEM: internet + comunicAÇÃO
NÃo divaguem. Pensem.
O pangeismo acaba
no momento
em que a gravidade
da tua alma
é maior
do que a força de repulsão
da tua revolta.
